Após usar policiais, COL contrata mais seguranças para Castelão

Cidade-sede está com apenas 78% do contingente para a segurança no estádio da capital cearense

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Chegada ao Castelão foi mais fácil do que nos jogos anteriores, dizem torcedores
Rodrigo Lima
Chegada ao Castelão foi mais fácil do que nos jogos anteriores, dizem torcedores

O COL (Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014) anunciou nesta quarta-feira (18) que irá contratar os serviços de uma nova empresa de segurança para atuar nas partidas no Castelão, em Fortaleza, devido ao problema de falta de vigias registrado no estádio.

Segundo a entidade, uma das duas empresas fornecedoras de stewards no Ceará se retirou do contrato e deixou a cidade-sede com apenas 78% do contingente para a segurança. Devido à deficiência, policiais tiveram de atuar na segurança da partida entre Brasil e México, nesta terça.

"Precisamos reforçar a segurança e vamos acionar uma nova empresa local. Mas a presença do governo e de forças públicas nos estádios já estava prevista se fosse necessário", disse o diretor de comunicação do COL, Saint-Clair Milesi.

Os problemas com empresas terceirizadas do Mundial não estão restritos a Fortaleza, mas por enquanto só há notícias de contratação de mais vigias nessa cidade.

O jogo entre Suíça e Equador, domingo, em Brasília, registrou longas filas para a entrada no estádio porque, segundo o COL, cerca de 30% dos operadores de detectores de metais contratados haviam faltado ao jogo.

A reportagem já ouviu outros relatos do comitê organizador de que as empresas terceirizadas contratadas para prestar serviço na Copa têm entregado menos trabalhadores do que o combinado.

O serviço de segurança dentro dos estádios é privado e feito pelos stewards. Policiais são responsáveis pela segurança fora das arenas e ficam de prontidão para complementarem as forças contratadas pelo COL se necessário.

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