Disputa equilibrada também na arquibancada

iG Minas Gerais | Thiago Nogueira |

O humor cearense também ditou o tom das brincadeiras nas arquibancadas do estádio
douglas magno
O humor cearense também ditou o tom das brincadeiras nas arquibancadas do estádio

O capitão da seleção brasileira, Thiago Silva, havia pedido na véspera do jogo contra o México, que a torcida cearense cantasse o hino abraçada, agarradinha, como fazem os jogadores da seleção. O público que lotou o estádio Castelão, porém, não atendeu o pedido do jogador e preferiu ficar tirando selfies durante a execução do hino nacional.

A tradição de cantar à capela, que começou na Copa das Confederações, foi mantida. Mas até nisso os mexicanos empataram com os brasileiros.

A disputa foi leal em campo e fora dele. Os mexicanos apareceram em grande número e pintaram o mar amarelo com toques de verde e vermelho que predominam na bandeira de seu país.

Personagens da cultura mexicana, com os guerreiros astecas, os lutadores mascarados, Chaves, Chapolin e sua turma conviviam com os chapéus de chifre dos cearenses e os mais diferentes adereços. Teve até pelada antes de o jogo começar do lado de fora do Castelão.

Com a venda de bebidas liberada nos estádios da Copa, era possível reconhecer quem torcia para qual time pela batalha entre a cerveja e a tequila. A procura pelos drinques foi tanta que o segundo tempo do jogo começou com os lugares vazios. 

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