'Cortado' da Copa, Coentrão lamenta lesão: “Quero apenas esquecer"

Lateral-esquerdo garante que continuará apoiando seus companheiros para levar o título para Portugal

iG Minas Gerais | FERNANDO ALMEIDA |

Fábio Coentrão ficará apenas na torcida pelas vitórias da seleção de Portugal
Reprodução/Youtube
Fábio Coentrão ficará apenas na torcida pelas vitórias da seleção de Portugal

Salvador (BA). A experiência de Fábio Coentrão no Brasil foi para ser completamente esquecida. Goleada sofrida na estreia de Portugal para a Alemanha por 4 a 0 e uma lesão muscular grau 2 na coxa direita que o deixará fora do torneio internacional.

“É um momento de muita tristeza para mim, receber essa notícia de que tenho uma lesão grave, de não poder ajudar meus companheiros, a seleção nacional neste campeonato do mundo”, disse o lateral-esquerdo do Real Madrid, que deseja apenas deixar para trás esse momento difícil em sua carreira.

“Estava há um tempo a espera deste momento para poder desfrutar deste torneio, que, como todo jogador, quero estar presente numa competição como esta. Infelizmente logo no primeiro jogo tive uma lesão. Se há alguém que está triste sou eu. Quero apenas esquecer isso o mais rápido possível”, comentou.

Coentrão também ressaltou que, agora fora da Copa, tem de começar a pensar em seu clube e procurar se recuperar bem e sem pressa, para não agravar ainda mais a lesão.

“Já não posso fazer nada pela equipe. E daqui a um começo o meu campeonato, a minha pré-temporada, tenho que pensar em estar bem para daqui a um mês para poder ajudar o Real Madrid”, apontou Coentrão, que garante a torcida para Portugal na Copa.

“Não deixarei de apoiar meus companheiros. Tenho que cuidar um pouco de mim também, pois é uma lesão grave. Vou tentar me recuperar bem, me tratar bem, mas sempre com o pensamento nos meus companheiros”.

O próximo compromisso da equipe lusa na Copa será diante dos Estados Unidos, neste domingo, na Arena Amazonas.

“Os portugueses merecem uma alegria e nós podemos dar essa alegria; Todos sabem da qualidade que existe aqui dentro. Mas não basta apenas dizer isso; domingo contra os Estados Unidos temos que encarar como se fosse o último jogo de nossas vidas”.

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