Imagens podem ajudar caso no Rio

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Atos em Curitiba começaram pacíficos, mas depois houve vandalismo
HENRY MILLEO/ESTADÃO CONTEÚDO
Atos em Curitiba começaram pacíficos, mas depois houve vandalismo

Rio de Janeiro. A Polícia Civil já pediu à Polícia Militar imagens da câmera instalada dentro do veículo da corporação em que a repórter Vera Araújo, de “O Globo”, foi conduzida à delegacia após receber voz de prisão porque estava filmando um policial que prendia um argentino que estava urinando na rua. O objetivo dos policiais é apurar os fatos e saber com detalhes o que ocorreu no momento em que a repórter foi algemada pelo sargento Edmundo Farias. A polícia já ouviu o policial, a jornalista e o argentino preso.  

Na manhã desta segunda, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) divulgou uma nota oficial repudiando a prisão da repórter. A diretoria da Abraji disse que a prisão de Vera Araújo é injustificada e configura um grave atentado à liberdade de expressão. A direção da entidade afirmou, ainda, que as agressões verbais e física devem ser punidas exemplarmente pelo comando da Polícia Militar.

A associação também ressaltou que o material de trabalho de um jornalista não deve ser apreendido em nenhuma hipótese. “Tal atitude é típica de contextos autoritários e censores, em que revelar qualquer fato diverso do que o Estado pretende mostrar é considerado crime”.

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