Ambição da Austrália é ser mais temida após Mundial

Com muitos jogadores jovens, o técnico Ange Postegoglo acredita no potencial de quem foi convocado

iG Minas Gerais | Daniel Ottoni |

Cahill, ao centro, serve de exemplo aos jogadores mais jovens da Austrália
Kirsty Wigglesworth/ap - 13.6.2014
Cahill, ao centro, serve de exemplo aos jogadores mais jovens da Austrália

Após fazer uma boa partida na derrota para o Chile, na estreia da Copa do Mundo, a seleção australiana é consciente da forte concorrência que tem em um grupo com mais duas potências internacionais (Espanha e Holanda).

Mesmo com um foco maior no futuro, a equipe quer deixar sua marca nas milhões de pessoas que acompanham o torneio intercontinental. “Sabemos que as expectativas não são grandes, mas quero que o nosso time vá além desse pensamento. Quero que os adversários falem sobre o nosso time daqui a quatro anos, valorizando o que fizemos. Causar um impacto e não só fazer número será um grande feito”, analisa o técnico da seleção da Austrália, Ange Postegoglo, nascido na Grécia, mas criado no país da Oceania.

Mesmo com a seleção em outro patamar, Postegoglo acredita que é possível que seu time evolua em território brasileiro. Não fugir do estilo próprio da equipe mostra uma proposta que pode dar frutos. “Vamos mostrar o que é o futebol australiano. Não temos o que temer. Mesmo com um grupo jovem e em uma chave difícil, quero que os nossos adversários não queiram nos encontrar novamente”, indica o comandante.

De passagem em um país que respira futebol, o técnico do time australiano espera que os jogadores possam ver de perto uma realidade que poderá contagiá-los dentro de campo. “Absorver essa cultura do futebol que existe no Brasil será importante. Ter sido a primeira seleção a desembarcar no país nos deu mais tempo para conhecer melhor todo o ambiente em torno da modalidade”, declara.

Com muitos jogadores jovens, o técnico Ange Postegoglo acredita no potencial de quem foi convocado. “Quem foi chamado é porque reúne condições e mereceu o chamado. Todos prontos para ajudar”, garante.

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