Gostinho de revanche abre jogo de azarões Gana e EUA

Gana e Estados Unidos fazem uma reedição da partida das oitavas de final do Mundial na África do Sul, em 2010

iG Minas Gerais |

Waris é dúvida e pode fazer muita falta à seleção de Gana
GHANA SOCCER/REPRODUção
Waris é dúvida e pode fazer muita falta à seleção de Gana

Natal. Logo no jogo de estreia da Copa do Mundo, Gana e Estados Unidos fazem uma reedição da partida das oitavas de final do Mundial na África do Sul, em 2010 – os africanos, na ocasião, venceram o jogo por 2 a 1, na prorrogação. Mas, desta vez, eles são considerados “azarões” do grupo G, ofuscados por Portugal e Alemanha. Africanos e norte-americanos se enfrentam hoje, às 19h, na Arena das Dunas, em Natal. 

Após atuar como auxiliar técnico no torneio de 2010, Kwesi Appiah assumiu o comando da equipe e será o primeiro ganense a dirigir as Estrelas Negras em uma Copa. Com duas vagas em disputa, os teóricos favoritos do grupo são Portugal e Alemanha, mas tanto Gana como Estados Unidos demonstraram nos últimos anos que são capazes de derrotar qualquer rival. E ninguém descarta uma eventual surpresa entre os classificados.

Gana chega à sua terceira Copa como zebra, mas tem uma base formada por jogadores que são destaques em seus clubes na Europa, como Kwadwo Asamoah (Juventus), Michael Essien e Sulley Muntari (Milan), Kevin-Prince Boateng (Schalke 04) ou Jordan Ayew (Olympique de Marselha).

Além disso, o grupo conta com o artilheiro Abdul Majeed Waris, do Spartak Moscou, mas que passou os últimos seis meses emprestado ao Valenciennes da França. “Não somos favoritos no grupo, mas quando o superarmos, deixaremos o povo de Gana feliz. Temos qualidade e força mental. O que mais importa é que todos possam estar preparados”, afirmou o meia-atacante Andre Ayew, que tem o irmão caçula Jordan como reserva.

Do outro lado, a seleção norte-americana – que já disputou dez Mundiais –, treinada pelo ex-jogador alemão Jurgen Klinsmann, busca a revanche da última Copa do Mundo. “As expectativas são muito altas. O futebol está crescendo nos Estados Unidos, nós estamos crescendo, as ligas estão crescendo no país. É como uma locomotiva. Queremos ir longe. Meu voo de volta é apenas depois de final”, afirmou Klinsmann, após treino de reconhecimento da Arena das Dunas, ontem. “Não é uma revanche. Nós começamos (a Copa) do zero e estamos muito confiantes”, completou.

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