Brasileiro tem ajuda eletrônica e mostra rigor para controlar jogo

Árbitro Sandro Meira Ricci já havia passado por momento decisivo na partida ao assinalar pênalti para a França ainda no primeiro tempo

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Wilson Luiz Seneme foi reprovado em testes físicos
REPRODUÇÃO/NÁUTICO
Wilson Luiz Seneme foi reprovado em testes físicos

O árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci, 39, encarou dificuldades para apitar a vitória da França por 3 a 0 sobre Honduras neste domingo (15), em Porto Alegre, pelo Grupo E da Copa do Mundo. Além de ele lidar com questões disciplinares por causa de jogadas ríspidas, houve uma dúvida se a bola ultrapassou a linha de gol quando os franceses fizeram 2 a 0, aos 2 min do segundo tempo. O sistema eletrônico que estreia em Mundiais sinalizou positivamente e foi reiterado pela arbitragem. Meira Ricci já havia sofrido com reclamações na abertura do placar, ao assinalar um pênalti e expulsar, com muito rigor, o volante hondurenho Wilson Palacios após lhe mostrar o segundo cartão amarelo. Um lance parecido marcou a carreira do árbitro no Campeonato Brasileiro de 2010. Ele deu um pênalti polêmico em Ronaldo, do Corinthians, no Pacaembu, diante do Cruzeiro. Naquele ano, também processou Neymar depois de o atacante publicar em seu perfil no Twitter a frase "Juiz ladrão, vai sair de camburão" em resposta a um pênalti marcado pelo árbitro contra o Santos. O jogador da seleção brasileira foi condenado a pagar R$ 15 mil. Desde 2011, Sandro Meira Ricci é árbitro internacional. Mineiro de Poços de Caldas, ele está vinculado à Federação Pernambucana de Futebol. Apitou a final do Mundial de Clubes em que o Bayern de Munique venceu o Raja Casablanca por 2 a 0, em Marrocos, em dezembro do ano passado.