Avacoelhada

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A vitória mais convincente do América foi sobre o Joinville, por 3 a 1. Com a suspensão de Andrei, Moacir Júnior escalou dois volantes. Taticamente, o esquema ficou mais bem distribuído com a utilização do 4-2-3-1. Guerreiro jogou uma das melhores partidas com a camisa do Coelhão. Pablo teve grande eficiência na marcação. Mancini se destacou pelo gol marcado e pela participação nos gols de Obina e Vitor Hugo. Ainda assim, o time americano repetiu falhas anteriores. Novamente teve menos posse de bola que o adversário e errou muitos passes. Elsinho e Gilson avançaram poucas vezes e, consequentemente, acertaram poucos cruzamentos. Willians e Henrique também deveriam ter sido mais agressivos, e Obina, a referência dentro da área. Nas partidas posteriores, os defeitos ficaram mais evidenciados. Os erros aumentaram e os acertos diminuíram.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! O contrato de Guilherme acaba no fim do ano. Se eu fosse o Kalil, já o chamaria para uma conversa de renovação. Eu mesmo fui um que já pediu a saída de Guilherme do Galo. Mas ele conseguiu, nesse último ano de contrato, dar a volta por cima e está jogando muito bem, a ponto de muitos atleticanos acharem que ele merece uma vaga certa no time titular. Confesso que sou um desses. Já disse que Guilherme é muito inteligente, consegue enxergar espaços onde poucos veem para dar assistências. Faltava nele só mesmo aquele espírito guerreiro que o torcedor do Galo gosta de ver, mas até isso parece Guilherme já alcançou. Enfim, acho que ele ainda pode ser muito útil ao Galo. Hoje tem a final do regional de Moeda, entre o União da Barra, do estrategista Zezinho, contra o timaço do Azevedo, no campo do Contenda. Vale a pena conferir.

A voz Celeste

A Espanha chegou como uma das favoritas e, logo no seu primeiro jogo na Copa do Mundo, tomou uma sapatada da Holanda de 5 a 1. Pegou Robben e Van Persie em dia inspirado. Agora temos que ver como os espanhóis vão se comportar no restante da competição. Para alguns amigos da imprensa, com um futebol bem próximo da Laranja Mecânica de 1974, os holandeses surgiram como um dos maiores favoritos ao título. Eu continuo com a minha opinião: ninguém tira o título do Brasil. Recebi vários e-mails de nossos leitores achando que estou exagerando a respeito da nossa seleção. Vou falar mais: é obrigação ganharmos a Copa do Mundo dentro de casa. Se fora do Brasil já carregamos essa responsabilidade de ganhar títulos, imaginem com a seleção jogando em terras brasileiras. Abraços para todos da nossa pelada do Labombonera II.

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