Para técnico argentino, palavra 'favorito' perdeu significado

A Argentina estreia no Mundial neste domingo (15), às 19h, no Maracanã, contra a Bósnia-Herzegóvina

iG Minas Gerais | FOLHA PRESS |

AFA/DIVULGAÇÃO
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No mesmo momento em que a Costa Rica protagonizava a primeira zebra da Copa do Mundo, ao bater o Uruguai neste sábado (14), o técnico Alejandro Sabella falou à imprensa no Maracanã. Rejeitou enfaticamente que a Argentina seja favorita ao título. Embora seja apontada como tal.

"Não gosto dessa palavra [favoritismo]. Prefiro deixar para os outros. [Os resultados] Significam que o futebol está muito igual. Não dá para fazer prognósticos, e a palavra 'favorito' perde cada vez mais significado", afirma.

Sabella se recusou a revelar a escalação e também o esquema tático que pretende utilizar. Ele tem alguns titulares que não estão 100% fisicamente, como o volante Fernando Gago e o atacante Gonzalo Higuaín. Na última semana, nos treinos em Belo Horizonte, testou o 4-3-3 e o 3-5-2.

"Quero dormir com esse problema e ver como os rapazes estarão amanhã de manhã. Metade [da escalação] estou escondendo, sobre a outra metade tenho dúvidas", afirmou.

Se decidir pelo esquema com três atacantes, Ezequiel Lavezzi deve ganhar uma vaga na equipe titular. No esquema com três zagueiros, Maxi Rodríguez entra para reforçar o meio-campo.

A preocupação do treinador é porque Higuaín voltou a sentir dores no tornozelo esquerdo. Mesmo local em que o atacante Palacio está lesionado e vetado para o confronto com a Bósnia. "Usamos os dois sistemas. É bastante relativa a quantidade de jogadores que você tem [no ataque]. Não se pode atacar bem sem se defender bem."

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