Itália quer apagar imagem ruim da última Copa

Eliminados na primeira fase da competição, disputada na África do Sul, a Azurra se preparou para, no Brasil, tentar escrever uma história diferente

iG Minas Gerais | GUILHERME GUIMARAES/LEANDRO CABIDO |

REPRODUÇÃO / UEFA
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MANAUS (AM) - A Copa do Mundo de 2010 não deixa boas recordações para os italianos, eliminados na primeira fase da competição, disputada na África do Sul. Ao longo de quatro anos, a Azurra se preparou para, no Brasil, tentar escrever uma história diferente, já que no continente africano terminou na última colocação na etapa classificatória.

Quem garante isso é o técnico Cesare Prandelli, responsável por vislumbrar com a seleção do País da Bota o pentacampeonato em solo brasileiro. No entanto, a primeira batalha italiana na Copa do Mundo de 2014 não será fácil. O time de Mario Balotelli, Pirlo e Buffon, dentre outros craques, tem pela frente ninguém mais, ninguém menos do que a Inglaterra, de Gerrard, Lampard e Wayne Rooney. Partida essa marcada para este sábado, às 19h (de Brasília), na Arena da Amazônia, em Manaus.

“Os primeiros (jogos em Copas) possuem uma importância extraordinária. Não só pelos três pontos, mas também pela força que um resultado positivo pode dar”, garantiu Cesare Prandelli.

Apesar de ressaltar a importância dos primeiros jogos, Prandelli diz que, mesmo com um resultado negativo, é possível reverter situações. O treinador lembrou casos como em 1994, quando à Itália perdeu para a Irlanda na primeira rodada, mas foi finalista. E citou o caso da Espanha, que perdeu para a Suíça em 2010, e terminou campeã.

“A história nos ensina que os primeiros jogos nunca são decisivos”, disse em poucas palavras, falando sobre partidas históricas entre as duas seleções europeias, Itália e Inglaterra, como a disputa  de terceiro lugar na Copa de 1990 e nas quartas de final da Eurocopa 2012.

“Vamos encontrar um cenário diferente agora, os times são diferentes. Nos preparamos bem para esse jogo e, é claro, enfrentaremos um adversário muito organizado, que não tem apenas características físicas. Mas, também, jogadores técnicos no ataque”, ressaltou Prandelli.

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