Operação "Copa I" termina com 31 presos e pode ter mais edições

O objetivo é prender o maior número de pessoas que fazem parte do mundo do crime e, por isso, a operação pode se estender e continuar; suspeitos são ligados ao tráfico de drogas, homicídios e roubos de carga

iG Minas Gerais | JULIANA BAETA |

Parte do material apreendido durante a operação
Divulgação/ Polícia Civil
Parte do material apreendido durante a operação

A operação “Copa I”, que teve como objetivo diminuir a criminalidade em Ponte Nova, na Zona da Mata, terminou com 31 pessoas presas nesta quarta-feira (11). Entre elas, nenhuma mulher ou adolescente. Os detidos têm no currículo crimes como homicídio, tráfico de drogas e roubo de cargas.

Segundo o delegado regional da 5ª Delegacia de Ponte Nova, João Otacílio Silva Neto, que coordenou a operação junto ao delegado adjunto de tóxicos da cidade Silvério Rocha Aguiar, as investigações começaram há cerca de seis meses. Os suspeitos foram presos em Ponte Nova, Rio Casca, Jequeri, Urucânia, todas na Zona da Mata, Ouro Branco, na região Central de Minas e Belo Horizonte, mas atuavam principalmente em Ponte Nova.

Ao longo das investigações foi possível instaurar o inquérito e pedir a prisão preventiva dos suspeitos. Além disso, diversos materiais de origem criminosa foram apreendidos, como uma retroescavadeira, sete armas de fogo, um colete a prova de balas, R$ 5.600 em dinheiro e 20 celulares, entre outros materiais.

Dois dos principais alvos foram presos por envolvimento com o tráfico de drogas e por terem aparecido o maior número de vezes durante a operação. Eles foram identificados apenas pelas alcunhas “Mano- ó”, preso na capital, e “Johnny”. detido em Ponte Nova.

Segundo o delegado João Otacílio, a operação continua. “O nosso objetivo é prender o maior número de pessoas envolvidas no mundo do crime, por isso, pretendemos expandir a operação, para obter ainda mais resultados”, disse. 

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