Rachão e treino de faltas fecham os 17 dias de preparação do Brasil

Felipão disse que estratégia de treinamentos na Granja Comary e amistosos foram proveitosos; "Evoluímos bastante", resumiu

iG Minas Gerais | THIAGO NOGUEIRA |

São Paulo. Último treino, últimos segundo para acertar o que ainda há de errado na seleção brasileira antes da abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira, às 17h. Praticamente na mesma hora do jogo, os atletas fizeram o reconhecimento do Itaquerão nesta quarta-feira.

Rodeado por helicópteros que se revezavam por todos os lados do estádio e acompanhado de alguns curiosos que trabalhavam na arena, o time de Felipão fez o típico rachão, dividindo o plantel em duas equipes.

Só ficavam fora da atividade com o grupo aqueles que, um de cada vez, iam treinar cobranças de faltas. Daniel Alves, Marcelo, David Luiz, Oscar e Neymar se apresentaram para o trabalho de tiro livre.

Foram 17 dias de preparação, entre treinamentos na Granja Comary, em Teresópolis, e os dois amistosos, contra Panamá e Sérvia. O técnico Luiz Felipe Scolari não tem nada a reclamar.

“Se eu fosse escolher de novo, faria a mesma estratégia. Evoluímos bastante. Estávamos sem jogar juntos há três meses. Cada um chegou em diferentes condições. Fizemos os amistosos, fomos crescendo, tudo dentro do planejado, seguindo à risca. Foi ótimo”, analisou o treinador.