Campos minimiza divergências

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Estilingue. Campos disse que o “efeito Marina” trará resultados em agosto, com a propaganda na TV
TIAGO QUEIROZ
Estilingue. Campos disse que o “efeito Marina” trará resultados em agosto, com a propaganda na TV

São Paulo. Pré-candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos disse que, apesar das divergências, sua aliança com a ex-senadora Marina Silva está mantida e que o acordo entre os dois não se trata apenas de “transferência de votos”.

O ex-governador de Pernambuco afirmou que o projeto representado por sua chapa majoritária é de “mudança” e “renovação”. “Trata-se de nós representarmos, eu e Marina, um pensamento renovador na vida brasileira, um pensamento de ideias e um programa que se aproxima dos brasileiros que querem uma mudança de era, de ciclo, de valores”.

Apesar do descontentamento de vários dirigentes do PSB quanto aos entraves colocados por Marina em diversas alianças regionais, como em São Paulo – em que o partido apoiará a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB)–, pesquisas internas encomendadas pela sigla mostram que a ex-senadora é um importante cabo eleitoral de Campos principalmente em Estados como o Rio de Janeiro e em grandes centros urbanos, onde Marina teve bom desempenho nas eleições presidenciais de 2010. Além disso, sua imagem atrai o voto da juventude, um dos públicos propulsores dos protestos de junho de 2013.

A ex-senadora encontrou com o pernambucano em um seminário sobre educação horas depois do evento com empresários, em que Eduardo Campos foi convidado. Ao lado dele, disse mais uma vez que as diferenças do partido em relação ao palanque em São Paulo não abalam o projeto nacional do PSB e não vão ocasionar mudança na chapa.

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