MV AGUSTA BRUTALE 800

Primeiro modelo de três cilindros da marca no Brasil estreia com lista de equipamentos de primeira

iG Minas Gerais |

Motofretistas profissionais têm espaço exclusivo de uma hora por vez
Nancy de Barros/JornalSOBRERODAS
Motofretistas profissionais têm espaço exclusivo de uma hora por vez

Depois de lançar as suas esportivas tetracilíndricas, a italiana MV Agusta (montada pela Dafra Motos) começa a disponibilizar a linha 800 tricilíndrica, cilindrada que tem ganhado público em todo o mundo. A novidade da vez é a Brutale 800, que foi mostrada no salão das Duas Rodas em 2013 e que será vendida a partir deste mês. O modelo fazendo jus à linhagem italiana e tradição MV Agusta não poupa em nada. Tem desenho radical compacto, visual moderno, acabamento perfeito, além de vir recheada de equipamentos de alta qualidade e eletrônica avançada. Para facilitar o ajuste da montada o piloto pode regular a altura do banco. O freio ABS de série possui três regulagens. O modelo conta ainda com o controle de tração de oito regulagens e modo de condução com quatro opções, além do acelerador eletrônico. Motor de três A nova Brutale 800 é equipada com o esperto e moderno motor de três cilindros com o virabrequim contrarotativo com 125 cv, que alcança potência de 125 cv a 11.600 rpm e torque máximo de 8.25 kgfm a 8.600 rpm e pode chegar àa velocidade máxima de 245 km/h. Essa usina de força é assessorada por um conjunto invejável de suspensão Marzocchi invertida na frente e monoamortecida Sachs atrás, totalmente reguláveis. Para parar, tem eficientes freios Brembo de pinças radiais com generosos discos. O chassi é de treliça de aço com reforço de chapa de alumínio, e o braço único de balança ajuda no visual com roda toda livre do lado direito e com o aliviamento do peso, que é de apenas 167 kg. A MV Agusta Brutale 800 deve chegar às lojas neste mês por aproximadamente R$ 47 mil, com as opções de cores vermelho e prata ou branco e vermelho.

MOTONOTÍCIAS

Estacionamento de motofretistas vira realidade em BH. Depois de anos reclamando nessa coluna, a prefeitura e a BHTrans (obrigado) resolveram usar a engenharia e arrumaram vagas para os estacionamentos exclusivos de motoboys com placas vermelhas em vários locais do centro – bastou vontade e acharam-se os espaços. Após vários anos e inúmeras reuniões com o poder público, os sindicatos, cooperativa e a Amot-MG, que solicitavam esses espaços, foram finalmente ouvidos e atendidos. Claro que funcionou a pressão de todos os vereadores para isso sair da probabilidade e ser real. O motoboy legalizado pode agora fazer o seu serviço parando por uma hora numa área de estacionamento só sua – placas sinalizadas para categoria aluguel. Vai facilitar a sua vida, mas ainda é insuficiente. Porém já é uma grande vitória da classe. Só não consigo fechar a conta de 7.200 espaços diários úteis, conforme um graduado funcionário da BHTrans adiantou, em que se transformariam as 360 vagas, recém-criadas, sendo utilizadas por uma hora por cada moto diferente. Os outros motociclistas, no entanto, não têm vagas. Continuam abandonados pela prefeitura e sem espaço para estacionar suas motos no centro de BH. Os motoclubistas e os donos de motos de maior cilindrada então, nem se fala. Nunca encontram uma vaga, e quando vislumbram a possibilidade de um espaço, na realidade, não cabe a sua moto bem maior, entre as dezenas, nem espremendo. Assim, fica frustrado e vai embora, às vezes, desistindo ou abandonando o que tinha que resolver. Moto é opção rápida e barata. Numa cidade onde o transporte por ônibus é deficitário e precário, a prefeitura precisa dar prioridade e condições de uso para outras formas de transporte, caso da moto. Mas isso não é o que acontece, pois é mais fácil achar vaga para um carro no centro do que para uma moto. A KTM Motos do Brasil anunciou, no último dia 4/6, que entra em operação no Brasil em parceria com a Dafra Motos, a partir de dezembro. Serão montadas a motos de Enduro ECX de 250, 300 e 350 cc e importadas as minimotos 65 SX e 50 SX e as maxitrail 1190 Adventure, Adventure R, supernaked 1290 Super Duke R e a superesportiva 1190 RC8 R. No segundo semestre de 2015 chegam as Duke 390, a Duke 200 e os modelos de motocross. As concessionárias KTM devem ser inauguradas até dezembro em MG, SP e RJ. As lojas Dafra Motos selecionadas vão comercializar as naked Duke 390, RC 390 e Duke 200 e, assim, ostentarão a logomarca da Dafra e KTM, além de comercializar vestuário KTM, peças e oferecer assistência técnica. No passado recente a KTM,  depois de contratempo com o importador oficial, (grupo Izzo), encerrou as operações no Brasil. Seguiu importada por grupos independentes. Agora, com a volta e a montagem e nacionalização no Brasil os preços menores podem desestimular os importadores. Um novo cenário está montado com maior tecnologia e benefício para os consumidores. Resta esperar a KTM vir com tudo.

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