Reeve Carney vive o sedutor Dorian Gray

iG Minas Gerais |

A menos popular de todas as assombrações de “Penny Dreadful” é um retrato, “O Retrato de Dorian Gray”. Quem desconhece o personagem criado por Oscar Wilde terá um pouco mais de dificuldade em saborear as nuances da interpretação de Reeve Carney.

No livro, Gray, “um Adônis que se diria feito de marfim e pétalas de rosa”, é retratado por Basil Hallward. Ao se ver no quadro pronto, ele se revolta com o fato de que ficará velho e feio, enquanto a pintura se conservará jovem. Ele deseja, então, que, no lugar dele, o retrato envelheça. E diz que daria a alma por isso. É a deixa para o diabo propor um pacto. É esse Dorian Gray, de 20 anos, lindo, ávido por todo tipo de experiência, que seduz tanto os personagens quanto a audiência. (IM)

De verdade

História. “Penny Dreadful” era um tipo de publicação de ficção na Inglaterra do século XIX. Impressa em papel barato e com capítulos semanais, custava 1 centavo (“penny”).

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