Minientrevista

Cledorvino Belini - Presidente do Grupo Fiat Chrysler para a América Latina

iG Minas Gerais |

Como está o mercado externo para a Fiat? Está mais difícil. No Mercosul, nosso mercado continua bem, embora tenha caído muito o mercado na Argentina. Porém, a América Latina como um todo está um mercado mais difícil. Quando o Brasil vai bem, em geral, toda a América Latina vai bem.

E por que o senhor acredita que o Brasil não está indo bem no mercado automotivo? É uma série de fatores, mas, neste momento, eu diria que é a confiança do consumidor, um fator importante. Não tem motivos, o Brasil está vivendo a taxa mais baixa do desemprego na sua história. Não há motivos, mas eu acredito que é um compasso de espera. Acho que depois da Copa, ele deslancha, porque está um bom momento para comprar carro.

O senhor acredita que o IPI vai continuar reduzido? Aí é difícil dizer, só o Mantega (ministro) pode dizer.

A eleição vai interferir no setor? Não acredito.

Quem ganhar vai continuar apoiando o setor? Acredito que sim. É um setor que representa quase 24% do PIB Industrial, 6% do PIB total, com uma importância muito grande, uma renda média bastante alta. Ele é importante para o desenvolvimento econômico. (HL)

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