Segurança paranóica e problemas para jornalistas marcam Congresso

Entrada no local do evento foi complicada e poucas informações foram passadas pelos voluntários, que tentavam na base da simpatia ajudar os jornalistas.

iG Minas Gerais | JOSIAS PEREIRA |

São Paulo (SP). A cerimônia de abertura do 64o congresso da FIFA começou no horário certo, mas a promessa de transmissão do evento para os profissionais de imprensa presentes na sala de mídia do Transamerica Expo Center, centro de convenções localizado na zona sul de São Paulo, só foi cumprida pelos organizadores depois de quarenta minutos. Enquanto o presidente Joseph Blatter fazia seu discurso de abertura, técnicos ajustavam a transmissão irritando os jornalistas presentes no local. O que salvava era a rápida conexão de internet que permitia acompanhar o congresso pelos computadores e tablets dos próprios profissionais de imprensa. Mas estes não foram únicos problemas. A entrada no local do evento foi complicada e poucas informações foram passadas pelos voluntários, que tentavam na base da simpatia ajudar os jornalistas. A sensação era de que a equipe de apoio não sabia do que se tratava o congresso. Uma falha no cadastro dos delegados e também dos jornalistas prejudicou o credenciamento. Apesar das gafes, a paranóia com a segurança foi ainda maior do que o esperado. Mesmo sem a presença da presidente Dilma Dousseff, três varreduras foram realizadas pelo esquadrão anti-bombas no local antes da liberação dos portões. O centro de convenções foi cercado por membros das forças de seguranças, entre eles soldados do exército e da Polícia Militar do estado de São Paulo.

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