Empresário mata a mulher e suicida em condomínio

Homem teria atirado em aposentada após discussão

iG Minas Gerais | Cinthia Ramalho |

Segundo vizinhos, casal se mudou há pouco tempo para o local
Elcio Leite / Divulgação
Segundo vizinhos, casal se mudou há pouco tempo para o local

O empresário e militar reformado Valdir Gonzaga Martin Pena, 73, matou a mulher, a aposentada Neide Rocha Pena, 68, e depois tirou a própria vida, com um tiro na cabeça, na noite dessa segunda. De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime aconteceu em um condomínio de luxo, em Rio Acima, na região metropolitana da capital.

A tragédia teria sido presenciada por uma filha do casal, uma juíza de 42 anos, que visitava os pais do momento do crime. Ela chegou a pedir socorro a um vizinho, que é médico e também mora no condomínio Canto das Águas. No entanto, ao chegar ao local, o homem já teria encontrado a mulher morta. Segundo a PM, o empresário se matou com uma outra arma após ser constatada a morte da companheira.

Militares da 1ª Cia Independente da Polícia Militar (PM) de Nova Lima, que atende a região, contaram que o crime aconteceu por volta das 18h. A magistrada e os pais conversavam sobre detalhes de um almoço que seria realizado nesta terça na casa, quando Valdir Sena pegou uma arma que ele guardava na residência e atirou contra a cabeça de Neide. Depois de ver que a mulher estava morta, o suspeito teria pegado outra arma e se matado. Após o crime, a própria juíza teria acionado a polícia.

Durante a noite dessa segunda, em frente ao condomínio, houve uma grande movimentação de policiais e da imprensa, que foi impedida de entrar no local. Vizinhos do casal contaram apenas que o empresário e a mulher moravam há pouco tempo no condomínio e que conheciam pouco a rotina dos dois.

A perícia da Polícia Civil chegou ao local por volta das 22h para fazer os primeiros levantamentos que serão usados na investigação. Agentes da Delegacia de Mulheres de Belo Horizonte também entraram no condomínio nessa segunda, mas até o fechamento desta edição, nenhuma informação oficial havia sido divulgada pela corporação sobre as mortes.

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