Não haverá 'surpresa desagradável' no setor elétrico, diz ministro

Edison Lobão afirmou que obras que estavam previstas para o setor mas não foram concluídas não serão importantes no período

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Agência Brasil
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 O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) disse nesta segunda-feira (9) que pode garantir o bom funcionamento do setor elétrico durante a Copa do Mundo.

Sobre as obras que estavam previstas para o setor mas não foram concluídas, o ministro disse apenas que elas não eram importantes.

"Posso garantir que não teremos nenhuma dificuldade durante a Copa do Mundo. Nenhuma surpresa desagradável", disse.

Segundo ele, praticamente todos os problemas que estavam pendentes nos projetos foram resolvidos. "Os que não foram é porque chegou-se à conclusão de que não era necessário", afirmou.

O último relatório sobre o andamento das obras do setor para a Copa, divulgado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em 6 de maio, mostrou que apenas três das 12 cidades-sedes conseguiram concluir todas as obras previstas para atender o mundial.

ENCONTRO

Nesta segunda-feira, o ministro fez uma reunião com distribuidores e transmissores de energia para fazer uma espécie de 'revisão' sobre a situação das 12 cidades onde ocorrerão os jogos e sobre o atendimento elétrico dos estádios.

Ele afirmou que todas as arenas estão sendo atendidas por dois sistemas elétricos distintos. A redundância seria justamente para afastar quaisquer problemas. Além disso, os estádios contam com capacidade de geração elétrica interna.

"Energia temos o suficiente para suprir essas fontes", disse. "Mas queríamos que todos viessem aqui [empresários do setor] para que conjuntamente pudéssemos dar essa segurança", completou.

O ministro Edison Lobão ainda afirmou que, desde 2010, há um grupo de trabalho formado por técnicos do governo para acompanhar "permanentemente" o andamento das obras na Copa. "Não haverá nenhum problema de fornecimento de energia. Todos os problemas estão afastados", reforçou.

Segundo Lobão, as distribuidoras de energia não trataram neste encontro sobre a necessidade de novos financiamentos para auxiliar o setor a pagar as contas com a compra de energia e uso de térmicas, que desde o início do ano estão funcionando em sua capacidade máxima.

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