Remédio pode ser usado para diversão

iG Minas Gerais | Ian Austen |

Chuck Rifici, executivo-chefe da Tweed, conversa animadamente sobre os próximos passos da Tweed. Ele quer que o número 1 da Hershey Drive volte a ser um destino turístico. Entretanto, os problemas do setor tendem a aumentar agora que importantes médicos, pesquisadores e até a Associação Médica do Canadá se posicionam contra a prescrição da maconha. Para eles, a maconha não passou pelos mesmos testes e procedimentos de aprovação exigidos para outros fármacos.  

Assim como ocorre com muitas empresas nesse novo setor, a Tweed cita diversas vezes a previsão da Health Canada que sugere que a base de usuários cresça de 40 mil para mais de 400 mil. Assim como a maior parte das pessoas ligadas ao comércio da maconha medicinal, Rifici negou que o setor estivesse contando com a abertura de um mercado legalizado para a maconha recreativa. Entretanto, existe essa possibilidade. Ao lado de uma série de desumidificadores na linha de produção da fábrica, Rifici afirmou que “a diferença entre a maconha medicinal e a recreativa é meramente legal”.

“E no fim das contas”, acrescentou, “nosso produto é basicamente uma erva de altíssima qualidade sob uma plataforma medicinal”. 

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