Casos continuam sem solução

iG Minas Gerais | Litza Mattos |

Sem uma rede integrada que reúna os dados dos Estados em um único local para poder facilitar as buscas em todo o país, casos como o da menina Emily Ferrari, 8, continuam sem solução.

A mãe da menina, Tatiany Ferrari, conta que ela desapareceu há cerca de um ano, enquanto brincava na porta de sua casa, em Rio Pardo de Minas, na região Norte do Estado.

“O brasileiro tem memória muito curta, esquece muito rápido. Acredito que o site (Meu Filho Sumiu) pode ajudar nas buscas porque a maioria das pessoas está acessando as redes sociais o tempo todo, e o alcance pode ser maior”, afirma.

A mãe está oferecendo R$ 50 mil por pistas que possam levar ao paradeiro da garota.

Perfil. A chefe da divisão de desaparecidos da Polícia Civil de Minas Gerais, Cristina Coelli, afirma que, nos últimos anos, as causas de desaparecimento não mudaram muito. “Os adolescentes desaparecem geralmente por motivo de conflito intrafamiliar, e mais do que as crianças, que geralmente são vinculadas a motivações criminosas, como tráfico e sequestro”, disse. 

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