Retorno na hora certa

Estreante em novelas, Julia Konrad comemora a sua entrada repentina em “Geração Brasil”, atual trama das sete

iG Minas Gerais | belisa taam |

Preparação? Julia conta que preparação para papel foi tranquila, já que possuem características em comum
Jorge Rodrigues Jorge/CZN
Preparação? Julia conta que preparação para papel foi tranquila, já que possuem características em comum

O sotaque pernambucano de Julia Konrad entrega suas origens. Em seu primeiro trabalho na TV, a intérprete da cantora Janaína de “Geração Brasil” recorda os vários lugares por onde já transitou, desde que foi morar em Buenos Aires, em 2001. Acostumada com mudanças, Julia decidiu ir para Nova York, dez anos depois, para se aprofundar nos estudos de interpretação musical. Para ela, ter voltado para o Brasil no mesmo período da pré-seleção para o elenco do folhetim foi uma questão de sorte. “Só vim porque meu visto venceu. Quando fiz meu cadastro na emissora, soube que a equipe de produção estava atrás de pernambucanas desconhecidas, vibra.

Na novela de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, a personagem é do tipo que não mede o que fala. Para Julia, as mancadas de Janaína em relação ao namorado, Igor, de Samuel Viera, não são feitas propositalmente. Inclusive, a atriz acredita que ainda há um lado ingênuo por trás de suas atrapalhadas. "Janaína é mais doida da cabeça do que malvada mesmo", defende. Além disso, na trama, Jana solta a voz como a vocalista da Navegabeat, banda fictícia da história. “Gosto da pegada eletrônica das músicas”, palpita.

Para se ajustar aos trejeitos da personagem, Julia confessa que não precisou se transportar para uma realidade distinta à sua. Até porque cantar é algo que já faz parte da sua essência. “Sempre gostei de teatro e música. Estudei muito canto lírico na minha formação. O bom de agora é poder explorar outro gênero”, analisa. Para incorporar o jeito espevitado do papel, Julia buscou referências em sua rotina da época em que morava na Argentina. “Tenho uma amiga com esse jeito sem noção”, recorda, aos risos.

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