Ator se destaca em quadro no “Fantástico

Gabriel Louchard utiliza o improviso para atuar ao lado de crianças

iG Minas Gerais |


Gabriel Louchard começou curso de mágica e teatro aos 10 anos
Divulgação
Gabriel Louchard começou curso de mágica e teatro aos 10 anos

SÃO PAULO. Todo domingo, o humorista Gabriel Louchard, 28, tem a missão de instigar as crianças no quadro “Câmera Kids”, do “Fantástico” (Globo). Enquanto dá vida a um homem grávido ou faz objetos brotarem de uma copiadora, ele testa a reação dos pequenos em situações lúdicas e, para isso, recorre à arte do improviso. “Eu não conheço aquelas crianças nem tenho contato com elas antes de gravar o quadro. E não tem jeito, esses pequenos são espontâneos demais. Eu tenho que conquistá-los durante a brincadeira”, comenta ele. 

Para lidar com a criançada, Louchard usa a própria experiência. É que, aos 10 anos, ele começou a fazer curso de mágica e de teatro. “Naturalmente, fui tomando gosto pela coisa e, ainda pequeno, fiz apresentações de mágica. Com 12 anos, eu já me apresentava em festas infantis e fui considerado o mágico mais jovem do país”, lembra o comediante.

Aos poucos, Louchard percebeu que tinha veia cômica e que seus shows misturavam humor e mágica, o que, para ele, era um diferencial. “Eu não era um mágico clássico, daqueles que usavam cartola. Eu era um garoto que contava histórias divertidas enquanto fazia minha apresentação”, diz. “Aos 19 anos, conheci o ator Leandro Hassum e ficamos amigos. Foi quando ele me chamou para fazer a abertura do show de humor dele”, complementa.

Com o apoio de Hassum, montou seu próprio espetáculo, o “Como É que Pode?”, em cartaz há três anos. Após um ano no elenco do “Zorra Total” (Globo), no qual fez diversas participações, entrou para o time de humor do “Domingão do Faustão”. Segundo Louchard, foi o apresentador do “Fantástico” (Globo), Tadeu Schmidt, que o levou para o dominical. “O sucesso do meu show abriu portas. O Tadeu me assistiu, e eu fiz uma participação em uma atração de fim de ano do programa. Quando o convite para o quadro veio, fiquei feliz, mas com receio”, diz. “É que eu pensei que se tratava de um quadro para fazer mágica com crianças, e eu queria investir mais na carreira de ator e humorista. O mágico fica limitado com o passar do tempo”, avalia.

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