Veteranos da 2ª Guerra Mundial celebram os 70 anos do Dia D

Em 1944, as tropas aliadas chegaram às praias francesas em um ataque que mudou o rumo da guerra

iG Minas Gerais | Da Redação |

Em comemoração aos 70 anos do Dia D, líderes mundiais se reúnem nesta sexta para homenagear os mais de 150 mil militares dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e de outros países que invadiram o litoral da Normandia para derrotar as tropas do Terceiro Reich, de Adolf Hitler, na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).  

No local está o Cemitério e Memorial Americano da Normandia, com suas 9.387 lápides de mármore branco dispersas em um penhasco com vista para o local da batalha sangrenta na praia de Omaha.

O veterano norte-americano Clair Martin, 93, disse à Associated Press que voltou para Omaha Beach três vezes nos últimos 70 anos. “Quatro vezes se você contar quando eles estavam atirando em mim. Eu louvo a Deus por ter participado disso e por nunca ter existido outra guerra mundial”, disse ele.

Reuniões. Líderes mundiais, como o presidente norte-americano, Barack Obama, a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente russo, Vladimir Putin, e a rainha e o primeiro-ministro do Reino Unido, Elizabeth II e David Cameron, confirmaram presença nas comemorações dos 70 anos do Dia D, mas, com a crise na Ucrânia, a semana se transformou em uma oportunidade para que as lideranças se encontrassem para debater a crise.

O presidente da França, François Hollande, o premiê britânico e a chanceler alemã marcaram reuniões com Putin durante as comemorações do Dia D. Apesar de o presidente russo ter se disponibilizado para uma conversa com Obama, o presidente norte-americano não mostrou interesse no encontro.

Porém, de acordo com a Associated Press, Obama vai se encontrar com David Cameron e com François Hollande para descobrir qual é a melhor resposta para o envolvimento da Rússia na Ucrânia.

Ocorreu nessa quinta, em Bruxelas, na Bélgica, uma reunião do G7. Originalmente, a reunião deveria incluir a Rússia, mas os líderes suspenderam a participação de Putin após a anexação da Crimeia e mudaram a reunião de Sochi, na Rússia, para Bruxelas. Durante a reunião, Obama indicou que o grupo está disposto a aplicar mais sanções à Rússia se Putin não reconhecer o novo governo da Ucrânia nem parar com as “provocações” na fronteira do país.

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