Pestana quer ação por quebra de decoro de Andrade

Tucano já tinha recorrido à Justiça contra o colega do PMDB

iG Minas Gerais | Lucas PavanelliLucas Pavanelli |

Antônio Andrade afirmou que o PSDB ofereceu dinheiro ao PMDB
LEO FONTES / O TEMPO
Antônio Andrade afirmou que o PSDB ofereceu dinheiro ao PMDB

Cinco dias depois de acionar o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do PSDB em Minas, deputado federal Marcus Pestana, entrou com representação na Câmara contra o presidente do PMDB no Estado, o também deputado federal Antônio Andrade, para que a Mesa Diretora abra um processo por quebra de decoro parlamentar.

A ação quer responsabilizar Andrade pela acusação de que Marcus Pestana teria oferecido R$ 20 milhões para que o PMDB apoiasse o nome do tucano Pimenta da Veiga, pré-candidato ao governo de Minas Gerais.

Os embates entre PT e PSDB e os seus aliados já alcançaram a Justiça e ficaram mais evidentes na TV nas últimas semanas. O PSDB tem usado seus partidos aliados (são 19 no Estado) para atacar as candidaturas de Dilma Rousseff à Presidência e de Fernando Pimentel ao governo de Minas. PP e PSD tiveram seus programas suspensos total ou parcialmente, após o PT levar as gravações à Justiça Eleitoral sob alegação de propaganda irregular.

Os pepistas têm direito, até o fim do semestre, a sete inserções de 30 segundos. O partido foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral em Minas Gerais (TRE-MG) a tirar do ar o trecho em que diz que o pré-candidato ao governo do Estado, Pimenta da Veiga (PSDB), Aécio Neves (PSDB) e seus aliados “têm construído uma Minas melhor” ao passo que, de outro lado, “está o PT de Dilma e Pimentel”.

O PTB alvejou a aliança entre Pimentel e o ex-governador de Minas Newton Cardoso (PMDB), que respondeu com ataques ao presidente estadual da legenda, Dilzon Melo, na tribuna da Câmara Federal. O PTB classificou como as declarações de Newton como “falta de equilíbrio e civilidade política”. O PTB ainda tem direito, até o fim do mês que vem, a 32 inserções de 30 segundos na TV. A assessoria de Dilzon não quis comentar qual será a postura do partido nas próximas inserções. O DEM, outro aliado, tem 33 inserções. De acordo com o presidente estadual da sigla, Gustavo Corrêa, os programas vão “mostrar o partido”. “Mas eu posso fazer as comparações que eu quiser, dizer o que o DEM espera de um governo”, diz Corrêa.

Ao contrário dos aliados de PSDB, o PROS – único partido dos que declarou apoio a Pimentel a ter inserções programadas na TV nos próximos dias – deve levar ao ar um programa com destaque para si próprio.

Cinco dias depois de acionar o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do PSDB em Minas, deputado federal Marcus Pestana, entrou com representação na Câmara contra o presidente do PMDB no Estado, o também deputado federal Antônio Andrade, para que a Mesa Diretora abra um processo por quebra de decoro parlamentar.

A ação quer responsabilizar Andrade pela acusação de que Marcus Pestana teria oferecido R$ 20 milhões para que o PMDB apoiasse o nome do tucano Pimenta da Veiga, pré-candidato ao governo de Minas Gerais.

Os embates entre PT e PSDB e os seus aliados já alcançaram a Justiça e ficaram mais evidentes na TV nas últimas semanas. O PSDB tem usado seus partidos aliados (são 19 no Estado) para atacar as candidaturas de Dilma Rousseff à Presidência e de Fernando Pimentel ao governo de Minas. PP e PSD tiveram seus programas suspensos total ou parcialmente, após o PT levar as gravações à Justiça Eleitoral sob alegação de propaganda irregular.

Ontem, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) suspendeu a propaganda do PTB na qual o partido ataca a aliança entre Pimentel e o ex-governador de Minas Newton Cardoso (PMDB). Para a juíza Lilian Maciel Santos, “tem-se conformada propaganda eleitoral negativa extemporânea, no tempo destinado à propaganda partidária” do PTB. A liminar foi concedida a pedido do PT. O PTB ainda tem direito, até o fim do mês que vem, a 32 inserções de 30 segundos na TV.

Em resposta ao vídeo do PTB, Cardoso atacou ao presidente estadual da legenda, Dilzon Melo, na tribuna da Câmara Federal. O PTB classificou como as declarações de Newton como “falta de equilíbrio e civilidade política”. A assessoria de Dilzon não quis comentar qual será a postura do partido nas próximas inserções.

Já os pepistas têm direito, até o fim do semestre, a sete inserções de 30 segundos. O partido também foi condenado pelo TRE-MG a tirar do ar o trecho em que diz que o pré-candidato ao governo do Estado, Pimenta da Veiga (PSDB), Aécio Neves (PSDB) e seus aliados “têm construído uma Minas melhor” ao passo que, de outro lado, “está o PT de Dilma e Pimentel”.

O DEM tem 33 inserções. De acordo com o presidente estadual da sigla, Gustavo Corrêa, os programas vão “mostrar o partido”. “Mas eu posso fazer as comparações que eu quiser”, diz Corrêa.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave