O Cara

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Rafael Ribeiro/CBF
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Ser o camisa 10 da seleção brasileira em uma Copa do Mundo não é para qualquer um. A peça já foi usada por Zico, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e, o maior deles, o Rei Pelé. Neste ano, um jovem, de apenas 22 anos, vai trajar a consagrada veste. Neymar tem a missão de ser o craque, a referência do time que vai em busca do hexacampeonato. Neymar da Silva Santos Júnior é natural de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo. Ainda moleque, já chamava a atenção dos espectadores pela afinidade que demonstrava com a bola nos pés. Em 2003, o garoto de 11 anos já era tratado como uma joia pelo Santos. Em 2009, estreou no time principal do clube praiano. E fez história. Mas, mais do que troféus, ele encantava todos pela habilidade, pelos dribles sensacionais que aplicava em seus adversários. Com o destaque de 2010, o então técnico Dunga sofreu uma forte pressão para levar o craque para a Copa da África. O capitão do tetra não cedeu e decidiu não levar o jovem, de 18 anos, para o Mundial. Mas Neymar seguiu desequilibrando. A Europa era questão de tempo. E já tinha o destino traçado: o Barcelona. Queria jogar com Messi. Não como fazia em frente ao videogame. Literalmente, desejava atuar ao lado do ídolo. No ano passado, concretizou o objetivo. Após a última Copa, se tornou o grande nome da seleção. Na Copa das Confederações, ganhou a camisa10. E fez jus ao número. Foi o craque da competição. Para quem tem por obsessão ser o melhor do mundo, conquistar a competição mais importante do futebol será fundamental. E o estiloso Neymar sabe bem disso.

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