Manifestantes fecham Anel Rodoviário pela terceira vem em onze dias

Moradores da região da Pampulha, em Belo Horizonte, pedem a instalação de uma passarela definitiva no trecho

iG Minas Gerais | CAMILA KIFER |

Cerca de 20 pessoas colocaram fogo em objetos no Anel Rodoviário, no bairro São Francisco, na região da Pampulha, e exigem a instalação de uma passarela definitiva no trecho
Rodrigo Pereira / Web Repórter
Cerca de 20 pessoas colocaram fogo em objetos no Anel Rodoviário, no bairro São Francisco, na região da Pampulha, e exigem a instalação de uma passarela definitiva no trecho

Pela terceira vez em onze dias, o trânsito no Anel Rodoviário, na altura do bairro São Francisco, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, no sentido Vitória, foi interditado por moradores que pedem a instalação de uma passarela definitiva no trecho.  Congestionamento chega ao Shopping Del Rey, no bairro  Caiçara, na região Noroeste da capital. 

Conforme informações da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), cerca de 20 moradores da região protestam contra uma passarela provisória instalada no trecho. Os participantes do protesto afirmam ter medo da passarela instalada no local. Os manifestantes relataram à polícia que a estrutura causa risco a população. 

Para impedir a passagem de veículos, manifestantes colocaram fogo em objetos na pista. Uma grande fumaça preta se formou no céu da região e o Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas.    

Rodrigo Pereira estava passando pelo local no momento que o tráfego foi impedido. Por meio do WhatsApp do portal O TEMPO ele informou que os manifestantes não estavam deixando  o Corpo de Bombeiros apagar as chamas. 

O primeiro protesto aconteceu no dia 24 de maio e contou com a participação de 200 pessoas. O segundo ato aconteceu no dia 29 de maio e contou com o mesmo número de pessoas. A pesar deste terceiro protesto não ter nem a metade de moradores envolvidos, o trânsito sente o impacto da interdição. PMRv registra um grande congestionamento no trecho.

Entenda

Na noite do dia 23 maio, Agnaldo Vilácio, de 38 anos, se escorregou ao passar pela passarela e caiu de uma altura de 7 metros. Na época, a vítima foi encaminhada em estado grave para o Hospital e Pronto Socorro João XXIII, no centro da capital, com fraturas. 

 

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