Lei criminaliza discriminação de pessoas com HIV/aids

A norma prevê punição de um a quatro anos de prisão para condutas discriminatórias contra soropositivos; a lei entra em vigor nesta terça-feira (3)

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

1999  - Estudos mostram que, ao deixar de fazer uso do coquetel AZT, o vírus HIV torna-se novamente detectável em exames.

No Brasil, são mais de 155 mil casos de infectados. Do total,  43,23% estão na faixa etária entre 25 e 34 anos.

Uma chimpanzé chamada Marilyn é contaminada pelo HIV. O vírus, porém, não deixa os animais doentes.

O Dia Mundial de Luta Contra a Aids tem o tema: ´Você pode fazer um mundo melhor. Escute, aprenda e viva com a realidade da AIDS´.
AGÊNCIA AIDS/DIVULGAÇÃO
1999 - Estudos mostram que, ao deixar de fazer uso do coquetel AZT, o vírus HIV torna-se novamente detectável em exames. No Brasil, são mais de 155 mil casos de infectados. Do total, 43,23% estão na faixa etária entre 25 e 34 anos. Uma chimpanzé chamada Marilyn é contaminada pelo HIV. O vírus, porém, não deixa os animais doentes. O Dia Mundial de Luta Contra a Aids tem o tema: ´Você pode fazer um mundo melhor. Escute, aprenda e viva com a realidade da AIDS´.

Publicada nesta terça-feira (3), no Diário Oficial da União, lei que criminaliza a discriminação de pessoas com HIV/aids.

A norma prevê punição de um a quatro anos de prisão para as seguintes condutas discriminatórias contra soropositivos:

- recusar, procrastinar, cancelar ou segregar a inscrição ou impedir que permaneça como aluno em creche ou estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado; - negar emprego ou trabalho; - exonerar ou demitir de seu cargo ou emprego; - segregar no ambiente de trabalho ou escolar; - divulgar a condição de pessoa com HIV ou de doente de aids, com intuito de ofender-lhe a dignidade; - recusar ou retardar atendimento de saúde.

A lei entra em vigor nesta terça.

Leia tudo sobre: HIVaidscrimeleidiscriminaçãoprisãocondutassoropositivos