Greve da educação segue sem previsão de término

Categoria está em greve desde o dia 23 de abril e pleiteia aumento no piso salarial da categoria, além de plano de saúde; trabalhadores realizaram uma nova passeata

iG Minas Gerais |

Manifestação. 
Trabalhadores se reuniram na Praça da Glória
UARLEN VALERIO / O TEMPO
Manifestação. Trabalhadores se reuniram na Praça da Glória

Os professores da rede municipal de Contagem se reuniram no último dia 27, na praça da Glória, no Eldorado, para decidir sobre a greve da categoria, que já dura quase um mês e continua sem data para acabar. Após a assembleia, os trabalhadores realizaram uma passeata em direção a avenida João César de Oliveira.

De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-Ute Contagem), a condição para que a greve termine é uma proposta melhor de reajuste salarial por parte do prefeito Carlin Moura.

A assessoria de comunicação da prefeitura de Contagem afirmou que, por meio da Secretaria de Educação, novas medidas serão tomadas ainda nesta semana para tentar por fim à greve parcial de educadores da rede municipal de ensino. Além disso, a prefeitura lembrou que as escolas que já retomaram as aulas ou estão funcionando parcialmente tem um prazo para encaminhar à Secretaria de Educação proposta sobre dos dias parados.

A assessoria também informou que professores em início de carreira ganham o salário de R$ 2.038 e Contagem paga, atualmente, para professor da Educação Básica, o maior salário da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A assessoria informou que irá enviar à Câmara as minutas de projetos de lei que asseguram aos educadores os benefícios concedidos à categoria, como regulamentação da flexibilização da jornada com acréscimo financeiro na aposentadoria, gratificação para professores que atuam no projeto de tempo integral, entre outros. A proposta de implantação de um plano de saúde será apresentada até o fim do ano.

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