Do queijo azul ao pé-de-moleque

iG Minas Gerais |

Achei incrível ter que voltar os olhos para o Sul, que tem estações mais marcadas e, por isso, produtos muito diferentes, que ninguém suspeita. - Américo Piacenza
leo fontes
Achei incrível ter que voltar os olhos para o Sul, que tem estações mais marcadas e, por isso, produtos muito diferentes, que ninguém suspeita. - Américo Piacenza

Todos os restaurantes da Associação Viva Mesa vão participar do Aproxima e, por isso, ganharam uma categoria exclusiva, que vai buscar os sabores da Mantiqueira. À frente da cozinha da Cantina Piacenza, o chef Américo apresenta sua criação: fagotine de queijos com pinhão ao molho de Azul de Minas e crocante de carne de sol. Na casa, haverá promoção: na compra do prato, a sobremesa, uma emulsão de café Terra Santa com calda de chocolate meio amargo e pé de moleque de Piranguinho Barraca Vermelha, sai de graça. Sobre o mosaico de referências, ele destaca a importância de descobrir esses novos produtos. “O processo de trazê-los à tona é difícil, porque são produtores pequenos, escondidos. A lógica do Estado também não funciona para eles. Se alguém quer plantar uma fazenda de soja, encontra todo tipo de benefício, mas quem tem uma roça de taioba só se depara com dificuldades. Achei incrível ter que voltar os olhos para o Sul, que tem estações mais marcadas e, por isso, produtos muito diferentes, que ninguém suspeita. Este queijo que uso na receita, o Azul de Minas foi uma descoberta interessante”

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