Baru banhada no quentão

iG Minas Gerais |

“A gente não imagina que tão próximo existe tanta riqueza de sabores, de produtos.” - Fábio Pontes
Paulo Cunha/divulgação
“A gente não imagina que tão próximo existe tanta riqueza de sabores, de produtos.” - Fábio Pontes

O chef Fábio Pontes, do restaurante diVino, de Nova Lima, não teve dúvida ao receber a lista de produtos que deveria usar: a castanha baru, ainda exótica para muita gente, saltou aos olhos do cozinheiro. Esta não será a primeira experiência com o ingrediente, que ele conheceu no ano passado, para criar o prato Era Uma Vez Um Porquinho no Cerrado. A mistura da carne suína com a castanha vai voltar ao menu, mas em roupagem diferente, com um inédito molho de quentão. “Queria dar uma cara mais junina, bem representativa dessa nossa cultura”, explica o chef. Para finalizar, aligot de batata-doce e queijo canastra. Na avaliação do chef, a aproximação com o produtor beneficia todos os lados, principalmente o consumidor final, que recebe mais qualidade no prato. “Conhecer de onde vem o que você usa na cozinha é fundamental, mas infelizmente não acontece com essa frequência. Aproxima vai nos colocar em contato direto com eles. Isso é muito gratificante”, afirma Pontes.

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