Sem trabalho fora da prisão

iG Minas Gerais | Lucas Pavanelli |

Presos após o julgamento do mensalão, o ex-deputado Romeu Queiroz e o ex-advogado de Marcos Valério, Rogério Tolentino, já não trabalham mais fora da Penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves, onde estão presos desde dezembro.  

De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), o direito foi suspenso para Queiroz em 9 de maio e, para Tolentino, o último dia de trabalho foi em 14 de maio.

Ambos tiveram o direito ao trabalho externo revogado por ordem do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Queiroz e Tolentino trabalhavam desde janeiro na RQ Participações, empresa do próprio Queiroz, situada em um quarteirão nobre do bairro de Lourdes. De acordo com a Seds, os dois também não realizam nenhuma atividade profissional dentro do presídio.

Detidas na Penitenciária Feminina Estevão Pinto, Simone Vasconcelos (ex-funcionária de Valério) e Kátia Rabello (ex-presidente do Banco Rural) seguem trabalhando na oficina de artesanato da penitenciária. Simone faz bordado, e Kátia, pintura. Os produtos feitos por elas são entregues às famílias.

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