PBH tem substitutos em caso de greve na saúde durante a Copa

Segundo o secretário municipal de Saúde de Belo Horizonte, Fabiano Pimenta, prefeitura não quer trabalhar com essa hipótese, mas existe a possibilidade para garantir atendimento

iG Minas Gerais | Thiago Nogueira |

Atualmente capital tem oito Unidades de Pronto-Atendimento
FOTO: Douglas Magno / O TEMPO
Atualmente capital tem oito Unidades de Pronto-Atendimento

A Prefeitura de Belo Horizonte informou que está pronta para substituir profissionais da saúde que se recusem a trabalhar durante a Copa do Mundo. “A prefeitura fez um esforço grande, com condições e salários melhores, o que deve ser discutido amanhã (quinta-feira, dia 29) e depois. Caso não se resolva, temos liminares que impõem 70% de atendimento nos pontos de urgência. Temos condições de colocar profissionais temporariamente, selecionados previamente, no sentido de substituir. Mas não queremos trabalhar com essa hipótese”, disse Fabiano Pimenta, secretário municipal de Saúde.

Pimenta também avisou que não haverá prejuízo ao atendimento normal da população durante o Mundial. Serão criados 90 leitos clínicos e 30 leitos de UTIs para atender ao aumento da demanda. Os outros mais de 6.000 leitos do sistema de saúde belo-horizontino vão ser mantidos. “Os leitos são criados no sentido de ter profissionais que vão dar plantões, funcionários que irão trabalhar adicionalmente”, disse o secretário.

No Estado, o secretário José Geraldo de Oliveira Prado reiterou o compromisso de resolver as questões da categoria. “Tivemos uma manifestação do sindicato dos servidores sugerindo ajustes e questões no atendimento. Estamos avaliando e, se for pertinente, devemos aplicá-los”, destacou.

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