Maiores vilões são mineração e lavoura

iG Minas Gerais | Camila Bastos |

De acordo com a assessoria da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, em todo território de Minas Gerais, as atividades mais prejudicais à Mata Atlântica são a mineração e a agropecuária.

No último ranking divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica, o município de Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha, foi o que registrou os mais altos índices de desmate. Dos 50.669 hectares de Mata Atlântica, 766 hectares foram desmatados.

Em segundo lugar, de acordo com a fundação, está Itinga, na mesma região, que perdeu 519 hectares do bioma. Águas Vermelhas, também no vale do Jequitinhonha, é o terceiro município do Estado que mais desmatou o bioma, com destruição de 450 hectares.

Consequências. O bioma é considerado um “hotspot” – um dos lugares mais relevantes – em termos de biodiversidade. Segundo o professor do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), isso significa uma grande riqueza biológica, com alta variedade de espécies.

“O desmatamento da mata traz vários problemas, como aumento de risco de erosão e perda de biodiversidade”, avalia. 

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