Emoção fala mais alto do que a qualidade

iG Minas Gerais | Thiago Prata |

O publicitário Felipe Martins Campbell, 37, ainda não sabe se assistirá a uma partida da seleção brasileira na Copa do Mundo. Tudo vai depender da campanha da equipe na primeira fase. Se avançar como líder do grupo A, o Brasil será visto por ele nas quartas de final, nas semifinais e na decisão ‘in loco’. Nada que tire o sono do torcedor, que sente quase o mesmo prazer em conferir a uma partida da equipe canarinho ou a um duelo envolvendo um time do porte da Austrália.

No último Mundial, na África do Sul, ele viu de perto 12 jogos, todos eles inesquecíveis, mesmo que o nível técnico não fosse tão bom. E é assim que ele deve se sentir novamente em cada um dos 11 confrontos que vai acompanhar neste ano. “Em Copas, o clima dos jogos, as pessoas, as fantasias, a mistura de gente de todo o mundo comemorando e torcendo é o que importa. Até porque, se você ficar escolhendo demais que jogo você vai ver, não vai conseguir ver jogo algum”, afirmou o torcedor, natural de Brasília. No Mundial 2014 não será diferente. O sentimento em ver uma partida na primeira fase é o mesmo como se estivesse no estádio da decisão. “Eu vou ver aqui em Brasília grandes peladas como Suíça x Equador e Colômbia x Costa do Marfim, e também Portugal x Gana, as oitavas de final e as quartas de final. Em BH, vou ver Colômbia x Grécia e Argentina x Irã, além da semifinal. No Rio, além da final, verei Bélgica x Rússia. E tem também as possíveis quartas de final do Brasil, em Fortaleza”, relatou.

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