Programas de TV dão os tons

iG Minas Gerais | Lucas Pavanelli |

As inserções dos partidos dos pré-candidatos à Presidência na TV e no rádio nos últimos meses já dão o tom do que João Santana, Paulo Vasconcelos e Diego Brandy pensam sobre as campanhas. E o trabalho passará a ser melhor delineado a partir de julho, com o início oficial da campanha.  

Santana optou por deixar caciques do PT fora da tela ao levar ao ar a peça “Fantasmas do Passado”, que tenta reforçar as conquistas sociais dos últimos 12 anos do PT no governo e ressaltar o “medo” do retorno do passado.

No PSDB, a estratégia de Vasconcelos foi apresentar o pré-candidato Aécio Neves como protagonista e colocar no discurso do senador críticas à situação econômica do país, projetando uma sensação de insegurança em relação ao governo de Dilma.

No PSB, a ideia é mostrar a aliança de Eduardo Campos com a ex-ministra Marina Silva. Na TV os dois são mostrados frente a frente em uma conversa sobre o país, destacando ações dos ex-presidentes Fernando Henrique e Lula, sem deixar de citar uma “estagnação” do governo Dilma. 

Tempo de TV

Divisão. Se o cenário atual das alianças políticas se confirmar, Dilma deve ter pouco mais de 10 minutos na TV. Aécio deve ter cerca de quatro minutos e Campos, menos de dois.

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