Galo tem atuação insossa e fica no empate sem gols com o Criciúma

Equipe alvinegra frustra a torcida do Vale do Aço, que esperava mais uma vitória após três triunfos seguidos

iG Minas Gerais | THIAGO PRATA |

MG - BRASILEIRÃO/ATLÉTICO MG E CRICIÚMA - ESPORTES - Os jogadores João Vitor do Criciúma e Leandro Donizete do Atlético MG durante a partida entre Atlético MG e Criciúma SC válida pela Série A do Campeonato Brasileiro 2014 no Estádio João Lamego (Estádio Ipatingão) em Ipatinga (MG), neste domingo (25). 25/05/2014 - Foto: FERNANDO RIBEIRO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
MG - BRASILEIRÃO/ATLÉTICO MG E CRICIÚMA - ESPORTES - Os jogadores João Vitor do Criciúma e Leandro Donizete do Atlético MG durante a partida entre Atlético MG e Criciúma SC válida pela Série A do Campeonato Brasileiro 2014 no Estádio João Lamego (Estádio Ipatingão) em Ipatinga (MG), neste domingo (25). 25/05/2014 - Foto: FERNANDO RIBEIRO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Depois de conseguir três vitórias seguidas, sendo duas fora de casa, o Atlético frustrou sua torcida com um empate sem graça e sem gols contra o irregular Criciúma, no Ipatingão, em Ipatinga, neste domingo, pela sétima rodada do Brasileirão.

Quando a Massa esperava uma evolução no futebol do time alvinegro, veio a decepção. O que se viu em campo foi uma atuação fraca em todos os sentidos.

Em termos defensivos, a equipe passou sufoco. Se não fosse por Giovanni e a incompetência dos avantes do Tigre, a coisa poderia ter sido pior.

Ofensivamente, um desempenho que beirou a mediocridade durante boa parte da partida. Houve lampejos de bom futebol apenas na metade do segundo tempo. Mas não o suficiente para alcançar o quatro triunfo consecutivo na competição nacional.

Não bastasse tantos problemas de ordem técnica e tática, Levir Culpi levou a torcida ao desespero pela demora excessiva para promover a entrada de Guilherme. Isso só veio a acontecer aos 41 min da etapa complementar. E se o treinador acreditou realmente que o avante iria fazer milagre com alguns minutos em campo, se enganou.

Na próxima rodada, o alvinegro recebe o Fluminense, na quarta-feira, às 22h, novamente no estádio Ipatingão. E diante do vice-líder do torneio, é esperado o Galo de verdade.

O jogo. Se por um lado, o Atlético não pôde contar com Pierre, poupado por conta de dores musculares, e Fernandinho, que se recusou a entrar em campo e teve seu contrato suspenso, por outro, o Galo contou com o retorno de Diego Tardelli ao time titular e Guilherme como opção no banco de reservas.

Dentro de campo, esperava-se uma pressão da equipe mineira logo nos primeiros minutos. Mas não foi isso o que aconteceu. Abusando dos erros de passe, pecando nos cruzamentos e sem eficiência nos dribles, o Atlético fez um primeiro tempo insosso.

Era sofrível ver as dificuldades que o alvinegro encontrou diante da retranca imposta pelo Tigre. Se não bastasse a ineficiência ofensiva, o Galo ainda viu Criciúma chegando algumas vezes com perigo. Graças à cobertura da dupla de zaga, formada por Réver e Leonardo Silva, e às defesas de Giovanni – numa delas, o goleiro se esticou todo para evitar o gol do Tigre –, a equipe mineira ficou no empate sem gols na etapa inicial. Um bom resultado parcial, considerando a atuação insossa até então.

A má notícia foi que o capitão voltou a ter um problema no tornozelo esquerdo. Réver ainda continuar no gramado o máximo que pôde, mas acabou sendo substituído no fim do primeiro tempo. Edcarlos entrou em seu lugar.

O cenário continuou o mesmo no início do segundo tempo, com o Atlético mal sob todos os aspectos e o Criciúma mais agressivo. Tudo parecia conspirar contra o Galo. O time da casa ainda ensaiou uma pressão. Mas aos 24 min, na melhor chance do jogo, o jovem atacante Marion furou, quando o tinha o gol aberto

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