Dinheiro para porto e ferrovia é improvável

iG Minas Gerais |

Rio de Janeiro. Os investimentos em portos e ferrovias, englobados em transporte, têm pouca chance de sair do papel. Ambos são afetados por incertezas regulatórias e modelos propostos para as concessões e financiamentos no PIL. Depois de uma expansão significativa em 2012, os recursos destinados aos portos recuaram 35,6%, para R$ 4,5 bilhões no ano passado. A trava veio do setor privado, como reflexo da aprovação da nova Lei dos Portos.  

Apesar da crise do setor elétrico e do efeito desfavorável da renovação antecipada das concessões no balanço da Eletrobrás, a área de energia recebeu aportes de R$ 36 bilhões, alta de quase 12%. Os projetos de geração e transmissão puxaram o desempenho, enquanto em distribuição houve recuo de 10%.

O oposto acontece no setor de telecomunicações, em que o investimento em proporção ao PIB vem caindo gradualmente nos últimos quatro anos. Para este ano é esperada nova queda para R$ 19 bilhões.

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