A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Hoje o maior de Minas enfrenta um dos adversários mais tradicionais. Para muitos, é o clássico mais importante do país. O Internacional, de tantas glórias, nunca foi fácil de ser batido, principalmente em seus domínios. Muitos cravam que o maior jogo de todos os tempos entre duas equipes brasileiras é, sem dúvida, o 5 a 4 que o Cruzeiro aplicou no Inter pela Libertadores de 1976, no Mineirão. Vamos voltar ao ano de 2014. É um clássico sem favorito, pois os dois times estão bem e lutando pelas primeiras colocações. Para mim, o Cruzeiro leva uma pequena vantagem, por ter um grupo que joga junto desde o ano passado. Tenho certeza de que podemos trazer os três pontos, mantendo a ponta da tabela, o que é importante para os planos do tetracampeonato. Abraços para Carita, do Renascença, e seu irmão Tonhão, grandes cruzeirenses e nossos leitores assíduos.

A voz da Massa Saudações alvinegras! Hoje tem Galão da Massa enfrentando o Criciúma, no Ipatingão. Uma ótima oportunidade para os atleticanos de Ipatinga e região – eles, que, aliás, são a maioria esmagadora naquelas bandas – verem de perto o ainda CAMpeão das Américas. Levir Culpi deve estar um pouco mais tranquilo, pois, além do zagueiro Leonardo Silva, que volta de suspensão, terá à sua disposição outros três importantes jogadores recuperados de lesão: Tardelli, Guilherme e Berola. Resta saber se o nosso técnico vai escalar de cara algum desses, mas, pelo que eu conheço dele, acho que não. Eles ainda não estão 100%, e eu bem sei que, com Levir, só entra quem está inteiro. Mas essa não vem a ser uma grande preocupação, pois, como nós temos visto, a equipe atual está muito bem. Um forte abraço para o povo gente boa do Vale do Aço. Pra cima deles, Galo!

Avacoelhada No empate por 1 a 1 com o Santa Cruz, o gramado ruim e a desgastante sequência de jogos colaboraram com o aumento nos erros de passes do time americano. Apesar da forte marcação, com algumas falhas no lado esquerdo, o Coelhão teve grande dificuldade na saída de bola. No primeiro tempo, Mancini ficou muito isolado na organização, sem as subidas de Pablo e Gilson pelas laterais e a aproximação de Andrei pelo meio. Na etapa complementar, Elsinho foi a opção ofensiva na lateral direita, e Gilson, na esquerda. Pablo ficou mais próximo de Mancini, e as oportunidades criadas aumentaram. Ainda assim, Obina teve poucas chances de finalização. Destaque para o voluntarioso Willians, que defendeu, atacou, finalizou com perigo e fez o gol de empate. Pablo também teve muita movimentação. Todos os jogadores demonstraram comprometimento.

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