Tese de grupo criminoso é da Polícia Federal

iG Minas Gerais |

Brasília. A Petrobras informou ontem, em relação às notícias sobre suposta existência de uma organização criminosa na companhia – que ligaria a compra da refinaria de Pasadena (EUA) a um esquema de lavagem de dinheiro – que se trata “da linha de investigações da Polícia Federal (PF) do Distrito Federal, não representando, concretamente, nenhuma conclusão do trabalho investigativo, que ainda está em curso” dentro da própria empresa.

Conforme o comunicado, as notícias tiveram origem em um ofício de abril deste ano, do delegado da PF do Distrito Federal Cairo Costa Duarte, endereçado ao juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba. O documento solicita o compartilhamento das provas já produzidas na Operação Lava Jato para serem utilizadas no inquérito sobre a compra da refinaria de Pasadena. “A Petrobras reitera que, além de ter instaurado comissões internas de apuração, vem colaborando com os trabalhos das autoridades, a fim de contribuir com as respectivas investigações”, conclui a nota.

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