Família pode fazer Ricardo Gareca recusar o Palmeiras

Parentes do ex-atacante do Vélez Sarsfield não querem se mudar para o Brasil e treinador não aceita vir sozinho

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Palmeiras vai enviar nesta segunda-feira um representante até a Argentina para formalizar uma proposta financeira para Gareca
Mauro Alfieri/Vélez Sarsfield
Palmeiras vai enviar nesta segunda-feira um representante até a Argentina para formalizar uma proposta financeira para Gareca

O Palmeiras pretende ir com tudo para tentar a contratação do técnico Ricardo Gareca, mas terá um concorrente complicado para superar e, enfim, contratar o treinador argentino. A família do ex-comandante do Vélez Sarsfield não demonstra muita empolgação com a possibilidade de se mudar para o Brasil e ele não aceita vir sozinho, apesar da proximidade dos países.

Mesmo assim, o Palmeiras vai enviar nesta segunda-feira um representante até a Argentina para formalizar uma proposta financeira para o treinador. Paralelamente, Gareca conversa com o argentino Racing e segundo o jornal esportivo Olé, o treinador já decidiu trabalhar no clube argentino. Entretanto, tal informação não chegou para os palmeirenses, por isso, farão uma tentativa.

A questão financeira não deve ser problema, já que o real está muito mais valorizado do que o peso argentino. Para se ter uma ideia, um técnico de primeira linha do futebol argentino ganha cerca de R$150 mil enquanto Gilson Kleina, por exemplo, recebia R$ 300 mil.

Caso o acordo não vá adiante, o alvo será Dorival Júnior, que aguarda um novo contato. A primeira e última conversa aconteceu na segunda-feira da semana passada e desde então, o treinador não falou com mais ninguém do clube.

A ideia da diretoria palmeirense é definir a situação até o fim da semana, para que o novo treinador chegue o quanto antes para aproveitar a paralisação do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil para a disputa da Copa do Mundo.

Um terceiro nome que também aparece na lista, mas com chances remotas de acerto é Vanderlei Luxemburgo. Apesar da idolatria do presidente Paulo Nobre pelo treinador, a rejeição a ele ainda é muito grande dentro do clube e o dirigente não está disposto a comprar a briga com boa parte de seus aliados.

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