Endinheirados e sob suspeita

iG Minas Gerais |

Coicidência ou não, entre os políticos mineiros que turbinaram os seus negócios simultaneamente com a vida política, muitos já se envolveram em pelo menos uma suspeita de irregularidade ou algum episódio polêmico.

O deputado federal Aelton Freitas (PR-MG) foi flagrado em um vídeo dando aula de como comprar votos e difamar os adversários nas eleições. Freitas é investigado pelo Ministério Público de Minas e é alvo de uma apuração da procuradoria da Câmara Federal.

As lições do deputado foram gravadas em Capetinga, no Sul do Estado, pouco antes da eleição de 2012, mas vieram à tona no ano passado, em um programa de televisão. Ele disse que o episódio era uma brincadeira.

O deputado Newton Cardoso (PMDB) foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa em dezembro de 2013. Ele é acusado de cometer ilegalidades nos contratos firmados em convênios assistenciais, na época em que foi prefeito de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Os prejuízos aos cofres públicos seriam de R$ 120 mil. O nome de Newton também chegou a ser cogitado como envolvido na Máfia do Carvão.

O atual prefeito de Mariana, Celso Cota Neto, chegou a ser condenado por abuso de poder econômico. A decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Minas (TRE-MG), no entanto, foi derrubada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que considerou que Cota não cometeu abuso nas eleições de 2008. Ele foi acusado de beneficiar a candidatura do seu sucessor, Roque Camello. (TT)

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