Mudanças para receber os hóspedes estrangeiros

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Abertura. Mais abertos, ao menos inicialmente, os uruguaios devem permitir a presença da torcida que estará em Sete Lagoas no primeiro treinamento a ser realizado na Arena do Jacaré. Os uruguaios chegarão ao JN Resort no dia 9 de junho. Mas a “farra” não deve durar muito tempo. Um dos pedidos do time de Suarez é a construção de uma estrutura na Arena do Jacaré que impeça que os mais curiosos fiquem bisbilhotando os treinamentos. Ao lado das cabines de rádio e de TV do estádio, os muros são mais baixos, o que possibilitaria que alguns torcedores e até mesmo olheiros de outras seleções vissem os treinamentos.
Luis Hidalgo/ap - 26.3.2011
Abertura. Mais abertos, ao menos inicialmente, os uruguaios devem permitir a presença da torcida que estará em Sete Lagoas no primeiro treinamento a ser realizado na Arena do Jacaré. Os uruguaios chegarão ao JN Resort no dia 9 de junho. Mas a “farra” não deve durar muito tempo. Um dos pedidos do time de Suarez é a construção de uma estrutura na Arena do Jacaré que impeça que os mais curiosos fiquem bisbilhotando os treinamentos. Ao lado das cabines de rádio e de TV do estádio, os muros são mais baixos, o que possibilitaria que alguns torcedores e até mesmo olheiros de outras seleções vissem os treinamentos.

A partir do dia 5 de junho, Minas entrará, definitivamente, no clima da Copa do Mundo. A data marca a chegada da delegação chilena à capital – a primeira das três seleções que utilizarão Minas Gerais como base de seus treinamentos para o Mundial do Brasil. O QG de Jorge Sampaoli, Alexis Sánchez e companhia será a Toca da Raposa II.

Quatro dia depois, será a vez de uruguaios e argentinos – ambos bicampeões mundiais – desembarcarem em Confins para iniciarem a fase final de preparação para a Copa. Os hermanos ficarão na Cidade do Galo, em Vespasiano. Enquanto isso, os uruguaios, em Sete Lagoas, dão os primeiros passos rumo ao sonho de um novo Maracanazzo. Na cidade, eles se dividirão entre a estadia no JN Resort e os treinamentos na Arena do Jacaré.

Cada um desses locais passou por alterações estruturais para abrigar craques como Messi, Arturo Vidal e Luis Suárez (veja as intervenções na página ao lado). Todas as modificações foram valorizadas como um legado da Copa.

“Os chilenos solicitaram poucas alterações na Toca. Entendíamos também que alguns dos pedidos faziam parte do processo de constante modernização da nossa estrutura. A Toca já possui 11 anos, e sabíamos que algumas coisas precisavam ser mudadas para dar maior comodidade aos atletas”, conta o diretor de comunicação do Cruzeiro, Guilherme Mendes.

“A presença da seleção uruguaia é importantíssima para o cidadão de Sete Lagoas. Teremos avanços em várias áreas, como, por exemplo, a questão das telecomunicações. Locais que não tinham acesso à fibra ótica e a uma internet com boa conexão ganharão com isso”, afirma o secretário de Esportes de Sete Lagoas, César Maciel.

O mesmo acontece na Cidade do Galo. Mesmo descartando qualquer tipo de privilégio para Messi e sua trupe, Alexandre Kalil deu passe livre para as solicitações. “O Atlético não vai dar tratamento especial nenhum. Agora, é o que eles (seleção argentina) quiserem. É uma questão de logística deles. Quando você aluga uma casa, você muda o móvel do jeito que quiser”, apontou.

Investimentos. Apesar de algumas das intervenções não serem consideradas baratas, os administradores não abrem mão dos gastos. Os valores investidos não foram revelados, mas a expectativa é de retorno certo.

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