Puxadores são alvo de pequenos e grandes

iG Minas Gerais |

Em meio a tantas contas, um fator é igualmente perseguido por pequenas e grandes legendas: a presença dos chamados puxadores de votos. Em sua maioria são esportistas ou celebridades como músicos e atores. Neste ano, o duelo entre nomes com esse perfil promete ser acirrado. Esses candidatos podem valer por dois ou mais e garantir mais cadeiras a um partido.

O jornalista Laudívio Carvalho (PMDB) irá concorrer a uma vaga na Câmara Federal. O presidente do Atlético, Alexandre Kalil (PSB), também deve brigar por uma vaga ainda não definida, mesma situação do presidente do Cruzeiro, Gilvan Tavares (PV). O radialista Mário Henrique Caixa (PCdoB) confirmou ser bom de voto na estreia em 2010 e recebeu 25.077 votos.

Com 1,3 milhão de votos, em 2010, Tiririca é o exemplo máximo de puxador. Ele não beneficiou diretamente candidatos de seu partido, mas de sua coligação, formada por PR, PSB, PT, PR, PCdoB, PTdoB. Os dois últimos da coligação, Vanderlei Siraque (PT) e Delegado Protógenes (PCdoB), tiveram 90 mil votos cada. Ficaram de fora nove postulantes da coligação PSDB, DEM e PPS que tiveram mais votos que eles. (TT)

Nanicos

Ajuda. Em especial, no caso dos partidos pequenos, um puxador pode fazer com que colegas do partido que não alcançaram o mínimo do quociente eleitoral sejam eleitos.

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