Gestores divididos sobre liberar funcionários

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Lan-house de Belo Horizonte se enfeitou para a Copa de 2010
Pedro Silveira / O Tempo
Lan-house de Belo Horizonte se enfeitou para a Copa de 2010

SÃO PAULO. Levantamento realizado com cem diretores de recursos humanos de empresas brasileiras aponta que 39% delas vão permitir que os funcionários assistam aos jogos da seleção no local de trabalho, enquanto 34% dizem que vão liberar os empregados mais cedo em dias de partida. A pesquisa, de autoria da empresa de recrutamento e seleção Robert Half, mostra, ainda, que, segundo 38% dos diretores de RH, as organizações investirão em decoração especial nos dias de jogos do Brasil.

De acordo com o levantamento, 52% dos diretores de RH acreditam que o período da Copa do Mundo trará impacto positivo na motivação e disposição dos colaboradores, ao passo que 23% apostam em impacto negativo e 20% indicam que não haverá interferência.

Para Lucas Nogueira, gerente da divisão de recrutamento temporário da Robert Half, a pesquisa mostra o esforço das equipes de recursos humanos para reter e motivar talentos, um dos maiores desafios do setor hoje. “Esse tipo de evento permite que se motive profissionais dentro de casa, uma vez que o brasileiro é muito ligado ao coletivo. Então, a postura das empresas de ver com bons olhos a Copa e contribuir com a participação dos funcionários na festa vai nessa direção”, explica. Caso a seleção fique em primeiro lugar em seu grupo e vá até a final, o Brasil deverá ter cinco jogos em dias de semana.

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