Mulher misteriosa desaparece no Pará

País tem casos de investigações ufológicas bem polêmicas

iG Minas Gerais | ANA ELIZABETH DINIZ |

Vitorio Peret analisou o fenômeno durante oito anos
Divulgação
Vitorio Peret analisou o fenômeno durante oito anos
O Brasil tem seus casos de investigação de Ovnis que ainda suscitam polêmicas. O mais famoso deles foi a Operação Prato, ocorrida na década de 1970, no Pará, sob o comando de Uyrangê Holanda de Lima, coronel das Forças Armadas. Durante 40 dias, o Exército brasileiro ficou acampado investigando os misteriosos fenômenos de avistamentos de naves que disparavam uma estranha luz que penetrava no corpo das pessoas como se fossem agulhas, fazendo dois pequenos orifícios. Elas ficavam debilitadas, sem força, deprimidas e anêmicas.   A operação foi interrompida, mas os avistamentos não cessaram. Pouco tempo depois, o experienciador Vitorio Peret, do Rio de Janeiro, passou a investigar o fenômeno durante oito anos. “Quando os militares ainda estavam na região, uma estranha mulher, física e intelectualmente, Elizabeth Quimine Berger, nascida na Suíça, com passaporte inglês e residente em Paris, foi visitar a região e se encantou. Ficou muito amiga de um barqueiro chamado João Olaya e, através dele, comprou a ilha do Meio”, relembra Peret.   Segundo ele, ela andava nua pela praia e comprava diariamente entre 200 kg e 400 kg de peixe. Ela não os vendia, morava sozinha e as pessoas começaram a ficar intrigadas com isso. Fizeram denúncias infundadas. Certa vez ela foi presa por suspeita de contrabando de armas e logo liberada. Nada foi provado.   “Foi quando o comandante Uyrangê Holanda de Lima ficou sabendo da estranha moradora e suspeitou que ela estava alimentando guerrilheiros, pois disseram que ela recebia regularmente cerca de dez homens. Somente quando ela estava na ilha, luzes e objetos estranhos e cilíndricos, parecendo sondas, apareciam e faziam evoluções à noite. O coronel fez uma busca em sua casa e ficou surpreso. Além de não encontrar nada, a casa não tinha janelas, nem portas, nem pratos, móveis. Apenas uma cama e duas cadeiras”.   Pouco tempo depois, ela foi presa pela terceira vez. Quatro policiais a escoltaram. Chegando na cidade, ela pediu para ir ao banheiro que tinha apenas uma porta. Eles ficaram do lado de fora, guardando o local, mas, inexplicavelmente, ela havia fugido”, diz Peret.   Em 1985 ou 1986, quando houve um terremoto em Los Angeles, “Elizabeth foi vista vestida de enfermeira, ajudando os feridos. A Interpol foi atrás, mas não conseguiu localizá-la. Tempos depois ela foi vista na Coreia do Sul. Não havia motivos para a polícia persegui-la e até hoje sua existência é uma incógnita”, finaliza o pesquisador.  

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