Ministro defende gastos no Mundial

iG Minas Gerais | Da redação |

O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, também participou do jantar com jornalistas e colunistas esportivos, na noite de anteontem, no Palácio da Alvorada. De acordo com relato publicado no site do “Estado de S. Paulo”, ao ser questionado se o fracasso das manifestações ao longo da quinta-feira era um sinal de que os protestos no Mundial não trarão tanto problema para o país, ele foi cauteloso e disse que não poderia fazer projeções para o futuro.  

“Nós apostamos que as manifestações ocorram, mas ocorram pacificamente. E fazer uma projeção é muito perigoso”, disse. Ainda segundo a publicação, o ministro admitiu que “a conjuntura pode mudar”.

Segundo Gilberto Carvalho, as manifestações recrudesceram porque “difundiu-se muito de maneira equivocada que a Copa estava roubando o dinheiro da educação e da saúde”.

“Nós estamos provando nos diálogos que não é verdade. O Brasil, nos quatro anos de preparação da Copa, investiu em saúde e educação R$ 800 bilhões. Nos estádios foram gastos R$ 8 bilhões, e boa parte disso não é dinheiro público. Portanto, não tem lógica isso (dizer que o governo deixou de gastar em outras áreas)”.

Benefícios. Ontem, em outro evento, Carvalho voltou a defender a realização da Copa do Mundo no Brasil, pois, de acordo com ele, o “custo-benefício valia a pena. Ele afirmou também que o governo “brigou muito com a Fifa”. “Tanto que eles (dirigentes da Fifa) estão dizendo que é um inferno o Brasil. Por quê? Porque nós não permitimos que eles fizessem tudo o que eles queriam fazer”, disse o ministro. 

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