Mal-estar na saúde gera rompimento

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

Essa não é a primeira vez que a saúde do município é alvo de polêmica. A área foi o pivô do rompimento entre o prefeito Agnaldo Perugini (PT) e o vice, Mário Lúcio Mattozo (PMDB). Os dois deixaram de se falar desde o ano passado por discordâncias em relação à condução da Secretaria da Saúde.  

Em março deste ano, alegando não concordar com a gestão da saúde, o vice abriu mão do salário líquido de R$ 6.100, que doou para o Hospital das Clínicas Samuel Libânio, da Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí, onde Mattozo trabalha como médico cardiologista.

“Fui chamado para compor a chapa e criar políticas públicas. Mas fui tolhido devido à falta de apoio da administração, que não enxerga a saúde pública como prioridade”, declarou à época.

A rede municipal conta com 32 unidades de saúde e cem médicos para atender os 134 mil moradores. 

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