A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Levir Culpi está quebrando a cabeça para conseguir montar o time do Galo para os próximos jogos do Brasileirão, antes do intervalo para a Copa. São tantos os desfalques provocados por lesões que ele está tendo que se virar para achar quem possa substituir nomes como Ronaldinho, Tardelli, Jô, Réver e por aí vai. No ano passado foi a mesma coisa, só que o motivo era outro: o cansaço dos atletas pelo acúmulo de jogos. Neste ano, a comissão técnica espera ansiosamente pela interrupção do Brasileirão para a Copa do Mundo, a fim de ganhar tempo para recuperar todos os jogadores que estão no departamento médico. O problema é que ainda faltam quatro jogos até a tão sonhada pausa. O jeito é se esforçar e ir fazendo tudo para vencer os jogos restantes, quem sabe recuperar um ou outro jogador e torcer para que ninguém mais se machuque.

A voz Celeste

É hora de ter cabeça no lugar! Perdemos a classificação para a próxima fase da Libertadores, dentro do Mineirão, para um time mais fraco. Só que começamos a desenhar o que ia acontecer na Argentina, quando tivemos uma postura defensiva, tentando arrancar o empate. Em casa fomos para cima, apesar de o time ter sido mal escalado, pois Júlio Baptista e Nilton não merecem a titularidade. O empate em 1 a 1 foi desastroso, e estamos fora da luta pelo tri. Marcelo Oliveira errou, mas nem por isso é o pior treinador. Precisamos dar apoio e continuar a luta. Vamos ver como o maior de Minas absorve a eliminação. Tem que ser bola para frente e focar o Brasileiro e a Copa do Brasil. Mas estamos longe do futebol apresentado no ano de 2013. Parabéns à minha filha querida, Júlia, cruzeirense da gema, que ontem completou mais uma primavera. Beijos, filha!

Avacoelhada

 O Coelhão jogou bravamente, mas não foi o suficiente para confirmar a permanência na Copa do Brasil. Faltou valorizar a posse de bola a fim de envolver o adversário e, inclusive, quebrar o ritmo em determinados momentos. Nem sempre a forte marcação e a alta eficiência nas finalizações por meio de contra-ataques vão garantir resultados positivos. Aliás, até nas vitórias conquistadas o time americano teve menos volume de jogo. Nos jogos anteriores, Tchô e Mancini renderam menos do que podem produzir em termos de organização. Com a escalação de três volantes, o meia centralizado ficou isolado na articulação. Gilson e, principalmente, Ricardinho foram as opções ofensivas. Ainda assim, com erros no último passe. O rendimento agressivo de Elsinho caiu. Sem assistências do articulador e cruzamentos dos laterais, Obina teve poucas chances.

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