Wallace resume temporada antes de se juntar à seleção

Jogador do Sada Cruzeiro terminou o mês de maio com cinco títulos no currículo e status de melhor oposto do Mundial de clubes

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Wallace acredita que cansaço pode ter pesado para o Sada Cruzeiro no final da temporada
DIVULGAÇÃO - FIVB
Wallace acredita que cansaço pode ter pesado para o Sada Cruzeiro no final da temporada

Considerado o melhor de sua posição no Mundial de clubes, o oposto Wallace, do Sada Cruzeiro, garante que o time celeste sai de cabeça erguida da competição, apesar do quarto lugar, posição longe das expectativas iniciais. Apesar de somar três derrotas no torneio, o jogador lembra da temporada vitoriosa de sua equipe, que rendeu um total de cinco títulos.

"O Mundial foi bom, apesar de não ter sido o resultado que nós queríamos. Mas nada vai apagar o que fizemos na última temporada. Realmente o time sentiu um pouco o cansaço, mas isso não pode ser uma desculpa, todos se doaram ao máximo em quadra, mas não conseguimos o nosso melhor voleibol. Acho que foi o nosso melhor ano e nenhum time conseguiu fazer o que fizemos", comenta o atleta, convocado para a Liga Mundial que começa para o Brasil no dia 23 de maio.

Enquanto os companheiros de seleção treinam em Saquarema-RJ, Wallace aproveita as duas semanas que ganhou de descanso após uma temporada desgastante.

Muito exigente consigo mesmo, o oposto acredita que melhorou em alguns fundamentos, mas seu crescimento pode ser ainda maior em outros aspectos.

"Tive uma melhora significativa na minha defesa e no bloqueio, mas ainda está longe de ser a ideal. Difícil falar sobre ser completo, busco fazer sempre o meu melhor visando o domínio de todos os fundamentos", detalha.

Antes considerado um atleta que ainda começava na carreira, Wallace agora chega com status de jogador com boa bagagem internacional, fator que lhe ajudará nos próximos compromissos dentro de quadra.

"Amadurecimento é uma somatória. Com o passar dos anos vou ganhando mais experiência e isso reflete no meu vôlei. Acredito que o amadurecimento pessoal e emocional também é importante, ajuda a dar mais estabilidade ao grupo nos momentos necessários", indica.